Key points are not available for this paper at this time.
Toda localidade urbana é marcada por inúmeras impressões individuais, refletidas na arquitetura de edifícios e espaços públicos, nos nomes de ruas, instituições, lugares, que formam um código semiótico específico que os residentes da cidade decifram e usam para se orientarem por esse labirinto e “ler” informações urbanas como se fosse um livro. Microtopônimos urbanos, urbanônimos são as chaves com as quais as informações podem ser decodificadas e recuperadas. Há duas funções básicas dos urbanônimos: a função primária, de orientação, e a função secundária, simbólica, que reflete o período, a ideologia e o código cultural-político da época. Com relação à República da Moldávia, durante o período soviético, as visões políticas do partido sobre toponímia são impostas. É bem conhecido que na Rússia, após a revolução bolchevique, as conquistas do movimento revolucionário se materializaram nos nomes de ruas, parques, praças e instituições que evocavam a ideologia comunista/socialista. Em todas as cidades da ex-URSS e nas antigas repúblicas unionistas, incluindo a MSSR, houve uma ampla politização dos nomes de lugares, com os mesmos nomes padrão sendo impostos em todos os lugares. A situação toma um rumo diferente após 1989, quando os nomes urbanos russificados/sovietizados são abandonados e uma nova nomenclatura de nomes urbanos é criada, refletindo a história local e a especificidade étnica.
Iraida Condrea (qui,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: