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Com o desenvolvimento da tecnologia da informação, a escala dos ataques cibernéticos está aumentando cada vez mais, e o sério dano à vida nacional cresce, enquanto o alívio do direito internacional para a regulamentação da guerra cibernética está em um estado relativamente vazio. Com base no direito tradicional, este artigo argumentará a possibilidade, necessidade, jurisprudência e viabilidade de incluir ataques cibernéticos nas condições de exercício do direito sob quatro perspectivas (ou seja, as vantagens de combater ataques cibernéticos por forças de autodefesa, a exclusão de outros recursos, a base jurisprudencial para o exercício do direito, bem como o estudo das tentativas legislativas e conquistas jurídicas da atualidade na área) a fim de ilustrar a racionalidade do direito e construir os elementos e a estrutura da operação desse direito com base na lei de conflito armado. O autor também discute os elementos e a estrutura da operação desse direito com base na Lei de Conflito Armado, a fim de racionalizar a proposta e torná-la mais alinhada ao espírito das leis internacionais; e, finalmente, discute as disputas sobre a aplicação desse sistema, fornecendo novas perspectivas e sugestões para examinar essa questão.
Ruofei Du (Quarta-feira,) estudou essa questão.