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Resumo Recentemente, demonstrou-se que a pigmentação da pele afeta o desempenho de oxímetros de pulso e outras técnicas baseadas em luz, como imagem fotoacústica, oximetria de tecido e espectroscopia contínua em onda de infravermelho próximo. Avaliar a robustez às mudanças na pigmentação da pele é, portanto, essencial para o uso adequado de tecnologias ópticas no cenário clínico. Realizamos medições sistemáticas de espectroscopia no infravermelho próximo no domínio do tempo em modelos de tecido calibrados e in vivo em voluntários durante medições estáticas e dinâmicas (ou seja, oclusão arterial). Para simular diferentes frações de volume de melanosomas na pele, inserimos, entre a amostra alvo e a sonda de medição, finos modelos de tecido feitos de silicone e nigrosina (modelos de pele). Além disso, realizamos uma ampla campanha de medições em uma grande coorte de sujeitos pediátricos, cobrindo todo o espectro de pigmentação da pele. Nossos resultados demonstram de forma consistente que a pigmentação da pele tem um efeito desprezível nos resultados da espectroscopia no infravermelho próximo no domínio do tempo, ressaltando a confiabilidade e o potencial dessa tecnologia emergente em diversos contextos clínicos.
Lacerenza et al. (qui,) estudaram essa questão.
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