Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo considera as propostas avançadas por alguns Estados no contexto do processo de reforma do ISDS no Grupo de Trabalho III da UNCITRAL para conter uma tendência percebida de concessões (muito) "altas" de danos em processos de arbitragem de investimentos e abordagens "inconsistentes" em metodologias de avaliação. Com base na análise dos argumentos apresentados nessa discussão, argumenta-se que, enquanto diretrizes processuais claras sobre a aplicação das metodologias de avaliação utilizadas pelos árbitros seriam um resultado louvável do processo de reforma, outras propostas destinadas a limitar os danos com base em considerações equitativas ou fatores contextuais, incluindo a capacidade financeira do Estado anfitrião, levantam mais questões e podem ser mais adequadamente tratadas em outros fóruns ou através de ferramentas existentes.
Erik W. Brouwer (Qui,) estudou esta questão.