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Resumo Objetivo Avaliar a influência de fatores relacionados ao paciente e ao implante nas mudanças dos níveis ósseos marginais (MBL) em implantes com um acompanhamento ≥5 anos. Materiais e Métodos Nas visitas de base (dentro de 6 meses após a inserção protética) e de longo prazo (≥5 anos após a colocação do implante), o MBL interproximal (mesial e distal) foi avaliado radiograficamente. Para analisar os fatores preditivos da alteração do MBL, o local (mesial ou distal) que apresentasse a maior alteração de MBL (local hChMBL) foi identificado para cada implante. Modelos de regressão multinível foram construídos para explicar a alteração do MBL, bem como a probabilidade de perda óssea ≥2 mm a longo prazo. Resultados 942 implantes em 312 pacientes com uma média de acompanhamento de 8,02 ± 2,5 anos foram analisados. A alteração do MBL foi significativamente predita pelo MBL inicial, ingestão de bisfosfonato oral (BP), histórico de periodontite, diabetes e superfície de implante super-hidrofílica. Um risco maior de perda óssea ≥2 mm foi observado em pacientes com histórico de periodontite (OR = 9,52, IC 95% 0,72–3,79) e uso de BP (OR = 6,84, IC 95% 0,21–3,63). Implantes mandibulares tiveram maior probabilidade de perda óssea ≥2 mm em comparação com implantes maxilares (OR = 3, IC 95% 0,39–1,87). Conclusões Os achados do presente estudo contribuem para a identificação de cenários clínicos específicos em maior risco de perda óssea sustentadora do implante que precisam ser rigorosamente monitorados durante a manutenção.
Trombelli et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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