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Mais do que discutir aspectos positivos e negativos das intervenções na paisagem urbana, este artigo busca provocar agentes que trabalham para preservar o patrimônio cultural material. Por que o Campus implementado na cidade de Laranjeiras pela Universidade Federal de Sergipe, em 2007, não se afirma como um locus existencial? Esta reflexão crítica apresenta o projeto e o trabalho realizado pelo Programa Monumenta para instalar o Campus e suas virtudes e deficiências em relação à teoria da conservação e restauração. As crises existenciais ao longo de 16 anos de existência incluem conflitos sensíveis entre a universidade e a comunidade local, uma redução no número de cursos implementados para apenas três deles, e assim por diante. Propõe-se uma hipótese de que um projeto de intervenção que busca a “restauração” de um edifício histórico não pode evitar a compreensão e assimilação da memória local, este artigo busca revelar as causas, concepções e práticas que contribuem para responder à pergunta mencionada, refletindo sobre a desconexão do processo de intervenções de “conservação e restauração” da memória de uma sociedade, que talvez culmine na recusa existencial do objeto implantado e, consequentemente, do patrimônio que ele representa.
Silva et al. (Terça,) estudaram essa questão.