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Este estudo explora os fatores que influenciam o envolvimento das mulheres chinesas na política na Malásia Peninsular, utilizando entrevistas qualitativas com dez participantes selecionadas por amostragem intencional. Os informantes-chave incluem representantes políticas femininas, políticos masculinos, acadêmicos e ativistas de Organizações Não Governamentais (ONGs). A pesquisa aplica a teoria da interseccionalidade para analisar como agentes internos e externos de socialização política e diversos desafios moldam o engajamento político e a cultura das mulheres. Os agentes de socialização internos incluem educação, status econômico, histórico familiar, religião, etnia e gênero. Os agentes externos incluem Organizações Não Governamentais (ONGs), partidos políticos e redes comunitárias. O estudo identifica múltiplos desafios que as mulheres chinesas enfrentam, como competição de gênero, clientelismo, baixo interesse político, conflitos de gestão do tempo, sentimentos raciais, comentários sexistas, dominação masculina, competição de oponentes políticos e barreiras ideológicas. Esses agentes e desafios estão interligados e impactam a cultura política das mulheres chinesas, o que, por sua vez, influencia seu empoderamento nas esferas política, econômica e social. A estrutura de interseccionalidade revela como identidades sociais sobrepostas e barreiras sistêmicas moldam suas experiências políticas e esforços em direção ao empoderamento. Este estudo oferece insights sobre a dinâmica complexa que afeta a participação política das mulheres chinesas e destaca a necessidade de estratégias abrangentes para aumentar seus papéis na política e em contextos sociais mais amplos.
Ramli et al. (Fri,) estudaram esta questão.