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As espécies de árvores parecem preferir condições climáticas distintas, mas a verdadeira natureza dessas preferências é obscurecida por interações entre espécies e dispersão, que limitam os limites das espécies. Quantificamos os nichos térmicos realizados e potenciais de 188 espécies de árvores da América do Norte para conduzir um teste em escala continental da arquitetura dos nichos. Encontramos evidências fortes e consistentes de que as espécies que ocorrem em extremos térmicos ocupam menos de três quartos de seus nichos potenciais, e os nichos potenciais das espécies se sobrepõem a uma temperatura média anual de ~12°C. Esses resultados esclarecem a amplitude das tolerâncias térmicas das espécies arbóreas temperadas e apoiam a organização centrífuga dos nichos térmicos. Considerar os componentes não realizados dos nichos ecológicos avançará a teoria e a previsão na ecologia das mudanças globais.
Laughlin et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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