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Objetivo Este estudo visa investigar o impacto das ações coletivas feministas online na participação nas mídias sociais e o valor percebido das mídias sociais como parte do modelo de identidade social da ação coletiva (SIMCA). Metodologia/abordagem Uma metodologia mista é utilizada. Dentro do modelo SIMCA no contexto das ações coletivas feministas, a identidade social, a eficácia do grupo e o medo previram a intenção de participação na ação coletiva online na primeira parte (quantitativa) do estudo. Contrariamente às previsões, a influência da raiva na intenção de participar de ações coletivas foi negativa. Entrevistas em profundidade foram realizadas na segunda parte (qualitativa) do estudo para investigar por que os indivíduos não participam de ações coletivas apesar de sua raiva contra a violência contra as mulheres. Resultados O conceito de ação coletiva feminista online, a partir da perspectiva do modelo SIMCA, lida com a violência contra as mulheres no contexto do marketing social, revelando a importância das ações coletivas online como um antecedente da participação nas mídias sociais e do valor percebido das mídias sociais. As possíveis causas do impacto negativo da raiva, que é uma emoção importante dentro do quadro do modelo SIMCA, sobre a ação coletiva feminista online foram determinadas, e uma contribuição foi feita à literatura de marketing social no contexto dos direitos das mulheres. Originalidade/valor O estudo faz três contribuições principais à literatura. Primeiro, os direitos das mulheres são abordados no contexto da ação coletiva online, uma questão que recebeu pouca atenção no marketing social. Segundo, no contexto da teoria da identidade social da ação coletiva, a ação coletiva feminista online e seus precursores são abordados. Finalmente, o caso turco é utilizado para destacar as prováveis causas do impacto negativo da raiva na ação coletiva.
Buran et al. (Quarta,) estudaram essa questão.