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Este artigo apresenta uma visão geral do processo de pesquisa, reinterpretação e reconstrução de Felipe "El Loco" de Doris Humphrey, a obra perdida de sua trilogia de repertório espanhol. Em 1954, Humphrey criou Felipe "El Loco" para seu protegido, José Limón, e sua então emergente companhia, e a apresentou no Festival de Dança Americano daquele ano. Embora a estreia tenha recebido críticas entusiásticas, as apresentações de 1955 tiveram recepção mista, e a obra foi perdida e esquecida, não deixando gravações filmadas, escritas ou de notação. Em 2022, M. Gabriela Estrada assumiu o projeto de restaurar Felipe "El Loco" para trazer consciência sobre seu legado como um exemplo único de colaboração interdisciplinar e repertório multicultural conectando a dança moderna, o balé e a história do flamenco. Este projeto de restauração visa prestar homenagem aos pioneiros da dança representados neste projeto coreográfico: Doris Humphrey, José Limón, Pauline Koner e Félix Fernández, o dançarino de flamenco sobre cuja lenda esta obra coreográfica é baseada.
Méndez Estrada (Terça) estudou esta questão.