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Este estudo crítico interpretativo visa contribuir para a pesquisa que clama pelo reconhecimento epistêmico e representação do Sul Global. Esse chamado é visto como uma deslocação de questões de redistribuição. O artigo utiliza entrevistas e sessões de grupos focais com estudantes de pós-graduação cazaques para explorar suas experiências e perspectivas sobre a educação internacional. As visões são analisadas e interpretadas empregando três perspectivas teóricas: (1) internacionalização crítica (decolonial) para mostrar como a internacionalização promove a independência do sistema soviético, enquanto incentiva a adoção de sistemas educacionais eurocêntricos, (2) branquitude para ilustrar a influência do sistema social racializado global dominado por conhecimentos ocidentais/ingleses, e (3) justiça distributiva para demonstrar os benefícios que a nação e os indivíduos obtêm da internacionalização em meio a alegações de desigualdade. Com essas estruturas, podem ser vistos tanto os benefícios individuais quanto nacionais acumulados a partir da internacionalização, enquanto as práticas de conhecimento inglês/ocidentais minam os conhecimentos e idiomas nacionais. Os processos sustentam, em última análise, a supremacia e a hegemonia epistêmica do Norte Global.
Munyaradzi Hwami (Mon,) estudou essa questão.
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