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Identificar e entender as alterações microestruturais na parede da artéria pulmonar (AP) é crucial para elucidar os mecanismos da doença e guiar as estratégias de tratamento. Avaliamos a utilidade da tomografia de coerência óptica (OCT) na identificação de tais alterações dentro das APs segmentares/subsegmentares e comparamos as variações morfológicas na hipertensão pulmonar do grupo 4 da OMS associada à Doença de Behçet (BD), arterite de Takayasu (TA) e hipertensão pulmonar tromboembólica crônica (CTEPH). Pacientes com hipertensão arterial pulmonar idiopática (IPAH) serviram como controles. Métodos e Resultados: Um total de 197 imagens transversais foram analisadas de 20 pacientes consecutivos. Pacientes com BD apresentaram menor %área da parede e espessura média da parede (MWT) em comparação com pacientes com CTEPH, TA e IPAH. Pacientes com TA mostraram uma %área da parede notavelmente maior, o que foi significativo em pacientes com IPAH e BD. Variações nas medições de %área da parede foram observadas em segmentos transversais distintos da AP dentro de pacientes individuais (22% em CTEPH, 19% em BD, 16% em TA, 23% em pacientes com IPAH). Redes intravasculares, bandas e trombos foram observados em pacientes com BD e CTEPH. A OCT forneceu uma delimitação clara das calcificações da parede vascular e dos vasos adventícios vasa vasorum. Nenhuma complicação relacionada ao procedimento foi observada.
Avcı et al. (Qui,) estudaram essa questão.