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Ambientado em Nagasaki, atingida pelo bombardeio atômico durante a Segunda Guerra Mundial, A Pale View of Hills (1982/1990) de Kazuo Ishiguro foi explorado sob a ótica da ecocrítica apenas por alguns críticos, e investigações sobre a selvageria foram pouco exploradas. Ignorar a selvageria nesta ficção pode levar a uma negligência da influência terapêutica da natureza sobre os personagens. O objetivo principal do presente estudo é examinar as qualidades dualistas da selvageria e destacar o nexo entre a selvageria e a psicologia dos personagens principais. Este estudo empregou principalmente a lente da selvageria para explorar as representações da selvageria e suas influências nos personagens principais. Concluiu-se que, para os personagens principais da ficção, a selvageria não é apenas um purgatório repulsivo e aterrorizante, mas também um refúgio sublime e pitoresco, sendo este último tonificantes, antídotos e tranquilizantes para as pessoas que se aproximam e se assimilam à selvageria. Palavras-chave: dualista; ecocrítica; Ishiguro; terapêutico; selvageria.
Nan et al. (Qui,) estudaram esta questão.