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Resumo Estudamos as geometrias obtidas ao realizar a super T-dualidade não-Abeliana do Modelo Quiral Principal em OSp(1|2). Enquanto o modelo inicial representa um fundo de supergravity 3D apropriado, interpretável como a versão de superspaço de AdS 3, o modelo T-dual não consegue resolver as restrições de torção da supergravity 3D. Argumentamos que isso tem a ver com um padrão de fatoração ocorrendo sob a dualização: a geometria 3D dual pode ser reescrita como a versão supersimétrica de AdS 2, satisfazendo as restrições da supergravity, fibrada sobre o que interpretamos como o equivalente de superspaço da linha bosônica padrão. Discutimos uma conexão interessante entre T-duais de Modelos Chirais Principais genéricos e modelos sigma de Poisson. Exploramos isso para mostrar que, em um limite adequado, a ação dual estudada neste trabalho dá origem à JT (super)gravity.
Bielli et al. (Mon,) estudaram essa questão.