Key points are not available for this paper at this time.
Ao longo da década de 1970, uma busca pela diversificação dos meios disponíveis para os artistas levou a uma atuação em diversos meios não usualmente associados à arte visual. Enquanto alguns passaram a trabalhar com som como foco central em sua prática, a maioria usou o som como um meio a ser empregado em obras específicas para fins conceituais. O artigo é focado em cinco exposições de áudio e som apresentadas na cidade de Nova York entre 1978 e 1984. Essas grandes exposições coletivas foram realizadas em espaços alternativos de arte e galerias de arte sem fins lucrativos e receberam pouca atenção crítica além de resenhas publicadas em jornais locais e revistas de arte. Dessa forma, essas exposições praticamente desapareceram da história do som na arte e da história da arte em geral. Eu argumentarei que este conjunto de exposições coletivas sinaliza uma prática emergente que estava se movendo além da condição pós-média e da arte conceitual em direção ao pós-modernismo da década de 1980. Essas exposições apontam para uma compreensão do som como um meio de arte visual que está em desacordo com a pesquisa contemporânea nas artes sonoras, que favorece uma compreensão baseada na música das abordagens ao som dentro da galeria de arte.
Caleb Kelly (Mon,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: