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Contexto do estudo: Para gerenciar documentos arquivísticos de acordo com os padrões aplicáveis, as organizações precisam de arsiparis profissionais e competentes. O profissionalismo e a competência estão representados nas qualificações e requisitos no processo de recrutamento. Objetivo: Este artigo visa apresentar os resultados de um estudo de mapeamento das qualificações e requisitos especiais para arsiparis, além de analisar as implicações desses aspectos para o fortalecimento dos perfis de arsiparis. Método: Este artigo utiliza uma abordagem qualitativa indutiva, com o processo de análise de dados por meio da análise de conteúdo. Resultados: A qualificação educacional formal ainda é dominante na área de ciência arquivística, embora muitas oportunidades também existam para indivíduos com formações que não são da ciência arquivística. A experiência profissional em arquivos e gestão de registros também é recomendada para indivíduos que desejam ser arsiparis. No entanto, isso tem implicações para o perfil dos arsiparis, que tende a ser interpretado como se a gestão de arquivos e registros pudesse ser feita por qualquer pessoa. Conclusão: Os autores dão três recomendações. Primeiro, confirmar os limites de qualificação educacional; segundo, limitar o escopo da força-tarefa dos arsiparis; e fortalecer a independência das associações profissionais.
Wahyuni et al. (Sat,) estudaram essa questão.