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Objetivo: Este estudo longitudinal analisou a relação entre as performances físicas (distâncias de sprint, número de acelerações e desacelerações de alta intensidade avaliadas com thresholds individuais e relativos) e técnicas (obtidas na plataforma SofaScore) dos jogadores durante a competição. Métodos: Vinte jogadores de elite foram monitorados ao longo de uma temporada completa. As performances físicas foram monitoradas com dispositivos GNSS, registrando tempo (s), velocidade (km.h−1) e distância (m). As distâncias de sprint foram calculadas como > 80% da velocidade de pico registrada ao longo da temporada. Acelerações e desacelerações de alta intensidade foram calculadas como >75% dos valores máximos registrados ao longo da temporada. Correlações de Pearson (r) (com intervalos de confiança de 95%) foram calculadas para avaliar a relação entre diferentes variáveis de desempenho físico e entre as variáveis de desempenho físico e técnico. Resultados: As distâncias de sprint correlacionaram-se com o número de toques na bola (r = −0.36 −0.49, −0.23, p < .001), passes precisos (r = −0.45 −0.56, −0.32, p < .001) e tentativas de drible (r = 0.30 0.16, 0.43, p < .001). Se os jogadores tocaram a bola com mais frequência e passaram a bola com mais precisão, eles cobriram distâncias de sprint mais curtas. No entanto, se os jogadores tentaram mais dribles, cobriram distâncias de sprint mais longas. Conclusão: Os profissionais podem desenvolver estratégias táticas considerando a relação entre as distâncias de sprint e variáveis técnicas, como toques na bola, passes precisos e tentativas de drible.
Silva et al. (Sex,) estudaram esta questão.