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As arquiteturas de microsserviços ganharam popularidade como uma das abordagens arquitetônicas preferidas para desenvolver sistemas em larga escala, substituindo a abordagem de arquitetura monolítica. De forma semelhante, o Design Orientado a Domínio (DDD) estratégico ganhou força como a abordagem de design arquitetônico preferida para o desenvolvimento de microsserviços. No entanto, o DDD e seus padrões estratégicos são, por design, abertos, levando a uma lacuna entre os conceitos de DDD e o design de microsserviços. Essa lacuna é especialmente evidente em ferramentas de migração que identificam microsserviços a partir de monolíticos, onde as decomposições candidatas em microsserviços oferecem pouco em termos de refatoração e visualização de DDD. Este artigo propõe uma solução para esse problema, estendendo o pipeline operacional de uma ferramenta de identificação de microsserviços de múltiplas estratégias, chamada Mono2Micro, com uma ferramenta de modelagem DDD que fornece uma linguagem, chamada Context Mapper DSL (CML), para formalizar os conceitos de DDD mais relevantes. A extensão mapeia o conteúdo das decomposições candidatas, que incluem clusters, entidades e funcionalidades, para construções CML que representam conceitos de DDD como Contexto Delimitado, Agregado, Entidade e Serviço, entre outros. Os resultados são validados com um estudo de caso ao comparar as decomposições candidatas resultantes de uma aplicação monolítica do mundo real com e sem a tradução CML.
Levezinho et al. (Sex,) estudaram essa questão.