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O presente estudo realizou uma extensa revisão da literatura que descreve a patogênese molecular do câncer e do glioblastoma multiforme (GBM), explorando a adaptação fisiológica resultante do treinamento físico no contexto mais amplo de câncer e tumores cerebrais, com ênfase específica no GBM, visando discernir as implicações do exercício na melhoria da qualidade de vida (QoL) dos pacientes afetados. O GBM é o tumor cerebral primário maligno agressivo predominante com uma alta taxa de mortalidade. O GBM envolve múltiplas vias que podem ser alvo do treinamento físico. O exercício demonstrou seu valor em vários outros tipos de câncer e oferece uma abordagem promissora para o GBM. O treinamento físico é considerado um tratamento adjunto seguro e viável para melhorar a QoL dos pacientes com tumores cerebrais, incluindo o GBM. No entanto, mais pesquisas são necessárias para elucidar completamente os mecanismos através dos quais o exercício afeta os processos celulares impactados pelo câncer e seus tratamentos, com foco específico no GBM. Embora diretrizes de treinamento físico tenham sido estabelecidas para pacientes com câncer em geral, atualmente há uma falta de diretrizes específicas adaptadas para pacientes com GBM. Diretrizes claras são essenciais para ajudar os clínicos a determinar o tipo de exercício, intensidade e frequência mais apropriados para os pacientes, a fim de otimizar seu processo de reabilitação.
Sharif et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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