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O artigo examina a história da interação intercultural entre os habitantes do Extremo Oriente Soviético e a República Socialista do Vietnã nas décadas de 1980 e 1990. Os autores elucidam a estrutura e as funções da organização pública “União das Sociedades Soviéticas para Amizade e Relações Culturais com Países Estrangeiros”, dentro da qual foram formadas filiais regionais da Sociedade de Amizade Soviético-Vietnamita. As razões e condições para a criação dessas Sociedades no Extremo Oriente são investigadas. A partir do exemplo da filial do Amur da Sociedade de Amizade Soviético-Vietnamita, os tipos de suas atividades são considerados, entre os quais estão: a organização do ensino da língua russa, noites da juventude, exposições de arte popular, palestras e encontros internacionais. É enfatizado que não apenas seus membros, mas também estudantes e figuras públicas estavam envolvidos no trabalho das Sociedades de Amizade Soviético-Vietnamitas. A contribuição das Sociedades de Amizade Soviético-Vietnamitas para a formação de uma percepção tolerante do Vietnã e atitudes em relação aos migrantes de trabalho vietnamitas é avaliada.
Fedirko et al. (Qua,) estudaram essa questão.