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Objetivo Este artigo estuda o efeito da inclusão financeira digital na bancarização das populações pobres e carentes das economias africanas emergentes de 1997 a 2023. Design/metodologia/abordagem Caixas eletrônicos, pagamentos móveis e transações de dinheiro móvel medem a inclusão financeira digital. O consumo das famílias é um indicador de redução da pobreza. O atraso distribuído autorregressivo analisa o estudo. Resultados Os resultados indicam que caixas eletrônicos, transações de dinheiro móvel e aprofundamento financeiro afetam positivamente a redução da pobreza, enquanto os pagamentos móveis afetam negativamente a redução da pobreza. A inclusão financeira digital diminui a pobreza através do aumento do investimento e empoderamento. Limitações/implicações de pesquisa Produtos e serviços financeiros digitais devem ser expandidos para todos os segmentos da população nas economias. Os governos devem melhorar a qualidade e quantidade de instituições que garantem o funcionamento das atividades financeiras digitais através da aplicação da lei e da ordem. A qualidade e quantidade de transações de dinheiro móvel e aprofundamento financeiro devem ser aumentadas. Os custos e encargos envolvidos no uso de caixas eletrônicos e pagamentos móveis devem ser regulamentados para aliviar o ônus sobre a população. O governo deve facilitar o acesso aos serviços financeiros digitais através do fornecimento de energia, transporte e redes de telecomunicações. Bancos e prestadores de serviços de telecomunicações devem melhorar a rede de sistema de pagamentos para garantir a entrega de serviços financeiros de maneira econômica, conveniente e segura. A infraestrutura digital e os mercados de serviços financeiros devem ser aprimorados para capturar totalmente os ganhos da inclusão financeira e reduzir a pobreza. Originalidade/valor Uma revisão de literatura fornece estudos com resultados conflitantes sobre o efeito da inclusão financeira digital na redução da pobreza. Este estudo apoia que a inclusão financeira digital diminui a pobreza.
Onyejiaku et al. (Tue,) estudaram esta questão.
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