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RESUMO O cuidado domiciliar de longo prazo para idosos cronicamente doentes e frágeis, em cumprimento das normas tradicionais de reciprocidade pelos cuidadores primários, está se tornando cada vez mais insustentável. A mudança para uma casa de repouso para acessar cuidados de longo prazo é uma transição importante na trajetória de vida dos idosos frágeis e cronicamente doentes ganenses. O fenômeno é incompatível com as práticas culturais associadas ao cuidado de longo prazo para idosos. O conceito de impotência ajuda a explorar as circunstâncias dos idosos e como os principais envolvidos no processo de movimentação entendem suas experiências subjetivas. Entrevistas aprofundadas e observações participativas foram as técnicas adotadas para este estudo de pesquisa qualitativa. Alguns temas foram descobertos na análise da rede temática das transcrições e notas de campo, dois dos quais são "aceitar ser movido" e "sensação de abandono", que são discutidos neste artigo. O artigo argumenta que os significados construídos pelos idosos frágeis e cronicamente doentes em suas experiências de acessar cuidados de longo prazo "em casa" e como eles fazem sentido desses significados influenciam em grande parte sua aceitação de serem movidos para a casa de repouso e a sensação de abandono experienciada ao acessar cuidados nas casas de repouso.
Joana Kwabena-Adade (Mon,) estudou esta questão.
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