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O desconforto cervical generalizado é uma condição musculoesquelética prevalente. Esse distúrbio pode ser causado por irregularidades na postura do pescoço ou nos tecidos nervados do pescoço, como as raízes nervosas, músculos, ligamentos, articulações zygapofisárias e discos intervertebrais. Este estudo investiga o impacto da mobilização passiva de retração do pescoço e do relaxamento pós-isométrico na amplitude de movimento, desconforto e incapacidade funcional em indivíduos com dor cervical não específica. Um ensaio clínico com cegamento simples foi realizado envolvendo 12 pacientes, divididos em dois grupos: Grupo A e Grupo B. O Grupo A recebeu relaxamento pós-isométrico, enquanto o Grupo B recebeu mobilização passiva de retração do pescoço. A intervenção foi aplicada 5 vezes na primeira semana e em dias alternados na 2ª e 3ª semanas. O NPRS, NDI e ROM foram medidos antes do experimento e no 8º, 15º e 22º dia após o experimento. Embora a melhora total no NPRS, na incapacidade funcional e na ROM cervical tenha melhorado estatisticamente em ambos os grupos, neste estudo, o relaxamento pós-isométrico provou ser clinicamente mais significativo do que a mobilização passiva de retração do pescoço. Além disso, este estudo sugere que o relaxamento pós-isométrico pode ser uma intervenção útil na prática clínica e apoia seu uso por fisioterapeutas clínicos no tratamento do desconforto cervical não específico.
Mehta et al. (Sáb,) estudaram esta questão.
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