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Um paradigma antigo da geoquímica de arco é que as composições de elementos traço das lavas de arco derivam de dois componentes de laje quimicamente distintos: um fluido aquoso de desidratação da crosta oceânica ígnea subductora que transporta elementos "móveis em fluidos", como bário (Ba), e uma fusão de sedimento que fornece tório (Th) e os elementos de terras raras leves. Esse quadro de dois componentes tem sido amplamente utilizado para explicar tendências geoquímicas globais, bem como variações geoquímicas dentro de arcos individuais, como os Marianas. Aqui, mostramos que esse paradigma é inconsistente com o balanço de massa, devido aos baixos conteúdos de Ba da crosta oceânica ígnea, e com dados experimentais, que mostram que os fluidos aquosos da crosta oceânica ígnea seriam muito diluídos para afetar substancialmente as composições do arco. Observações anteriormente atribuídas à hipótese de fusão de sedimento/fluidos da crosta ígnea são melhor explicadas por diversas composições de sedimentos subductores acopladas com a heterogeneidade do manto ambiente, tanto globalmente quanto para os Marianas.
Turner et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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