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As relações de trabalho têm se adaptado à nova legislação e ao perfil de mercado ao longo dos anos, de forma a ampliar o debate no setor saúde, correlacionando mudanças na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e a chegada da prestação de serviços, pelas entidades cooperativas, com uma configuração contratual, que reforça a questão trabalhista e expressa o cenário do neoliberalismo no Brasil. A presente pesquisa tem como objetivo levantar as discussões presentes nas partes citadas, tendo as versões, como sindicatos, associações e representantes dos trabalhadores, que apresentam uma posição crítica e apontam para a precarização das relações de trabalho, temendo a falta de fiscalização dos recursos transferidos no modelo atual, enquanto gestores públicos e prestadores de serviços afirmam estar aptos a atender às demandas e contratos firmados com municípios e estados, de modo que a terceirização da saúde ocorra em nosso país. Legislação em constante adaptação buscando orientar a assistência de qualidade ao usuário de saúde em busca de um equilíbrio político e social. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre os temas propostos, com os principais e mais recentes artigos encontrados. Desta forma, considera-se que em um país que descendente da escravidão e da exploração da mão de obra barata, o problema não é que os gastos sociais se encaixem no orçamento público, mas que os direitos universais se encaixem na psique das elites, que se indignam com os direitos básicos oferecidos à classe trabalhadora.
Carneiro et al. (Mon,) estudaram essa questão.