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Assunto. A formação de novos centros de influência global predetermina mudanças correspondentes no equilíbrio global de poder. Ao mesmo tempo, a falta de reformas reais do sistema monetário global permite que os Estados Unidos continuem a ditar as regras do jogo na economia global, apesar de seu crescente potencial de crise. Nesse sentido, surge a necessidade de identificar as forças motrizes capazes de produzir mudanças construtivas na ordem monetária global. Objetivo. Um resumo da prática do uso do dólar norte-americano para suprimir a concorrência global e manter a superioridade americana nas relações econômicas internacionais. Resultados. O controle da esfera monetária internacional pelo país — hegemônico da economia mundial pode ser observado em todas as etapas do desenvolvimento das relações econômicas internacionais (IER). Atualmente, o interesse próprio do país hegemônico decorrente da emissão de liquidez internacional, com a não resistência a tal política por parte de todos os demais participantes das IER, dificulta o desenvolvimento de medidas anticrise eficazes e agrava o estado geral da economia mundial. Tentativas pontuais de superar as falhas da regulação monetária global em nível local (inclusive mediante o uso de tecnologias digitais) parecem ineficazes, uma vez que não possuem caráter sistêmico. Conclusões. Uma reforma qualitativa do sistema monetário global é impossível sem a conjugação de esforços das maiores economias do mundo para conter as políticas destrutivas do país emissor da principal liquidez internacional. Caso contrário, os custos das crises financeiras se tornarão um obstáculo intransponível para que a economia global trilhe um caminho de desenvolvimento sustentável.
А. В. Кузнецов (Tue,) estudou esta questão.
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