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A parte um deste artigo introduz a concepção de amizade e sua conexão com o esquecimento em Derrida e no Zhuangzi. A parte dois trata do foco ético do discurso da amizade em Derrida e no Zhuangzi, que aborda a relação subjacente de si mesmo-outro. A parte três revela como a temporalidade e a efemeridade são reconhecidas como elementos da amizade por Derrida e pelo Zhuangzi. Enquanto o Zhuangzi carece do tom melancólico derridiano, esse reconhecimento ajuda ambos a considerar a perturbação, a alteridade e o luto da amizade. A parte quatro relaciona o esquecimento mútuo dos amigos no Zhuangzi através da ação sem esforço (wuwei) à crítica derridiana da amizade clássica como 'o segundo eu' e sua assunção de diferença, distância e interrupção para a amizade. Abraçar esses três 'D's' leva Derrida à inelutabilidade estrutural do esquecimento para a amizade. No entanto, o Zhuangzi caracteriza sua amizade ideal em um estilo de simplicidade, calma, abertura, desejando menos e evitando a extremidade, para enfatizar a adequação naturalista.
Youru Wang (Mon,) estudou essa questão.
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