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Resumo O primeiro país a se industrializar – a Inglaterra – aparentemente o fez sem expandir o investimento na educação básica de sua força de trabalho. A evidência empírica que fundamenta esse argumento para a Inglaterra repousa em grande parte nas taxas de assinatura no casamento. Estas não são uma indicação perfeita de realização educacional, especialmente considerando que muitas crianças nunca aprenderam a escrever. Mais problemático, eu argumento que as assinaturas provavelmente subestimaram sistematicamente o capital humano em distritos industriais. Em lugar dos dados de assinatura, proponho a agregação etária, uma medida amplamente entendida como um proxy para a alfabetização, mas que aqui se mostra intimamente relacionada tanto às habilidades de leitura quanto às de escrita. Em contraste com as assinaturas, essa medida sugere que a industrialização de ‘deskilling’ induziu à acumulação de capital humano. Eu argumento que isso ocorreu não porque o capital humano fosse diretamente produtivo, mas sim porque as escolas forneciam um sinal valioso. A frequência à escola dominical sinalizava baixa preferência de lazer entre trabalhadores infantis e era popular em distritos industriais. Além disso, tais escolas ensinavam as crianças a ler, mas não a escrever, o que consideravam inadequado para o Sábado, justificando a discrepância entre essas duas medidas de capital humano.
Louis Henderson (Sun,) estudou essa questão.