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Resumo Florestas naturais são cruciais para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, mas os desafios da desmatamento e degradação reduzem muito seu valor. Este estudo avalia o potencial do estoque de carbono de florestas naturais e a influência das intervenções de gestão na melhoria da capacidade de armazenamento de carbono das florestas. Com base na cobertura da área florestal, foi conduzido um estudo em nove fragmentos florestais selecionados propositadamente em diversos ecossistemas florestais. Dados sobre diâmetro, altura e variáveis ambientais de várias abordagens de gestão florestal foram coletados e analisados com R Ver. 4.1. Os resultados revelaram uma diferença substancial (p .029) no estoque de carbono entre variáveis ambientais e intervenções de gestão. Os resultados revelaram uma forte conexão entre variáveis ambientais e o estoque total de carbono dentro dos fragmentos florestais (p .029). Os estoques de carbono eram mais altos no ecossistema de floresta úmida-montana (778,25 ton/ha), em encostas moderadas (1019,5 ton/ha), em baixa elevação (614,50 ton/ha), voltadas para o sudoeste (800,1 ton/ha) e em áreas de exclusão (993,2 ton/ha). Assim, as florestas naturais, particularmente as partes não geridas, são sensíveis a estresses antrópicos, diminuindo sua capacidade de armazenar carbono de forma eficiente. Como resultado, o estudo destacou a importância da gestão florestal sustentável, particularmente áreas de exclusão e gestão florestal participativa, para aumentar o potencial de armazenamento de carbono das florestas.
Kassaye et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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