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Examinamos como as crianças raciocinam sobre dominância e prestígio na Colômbia, Finlândia e EUA, contextos que variam em termos de desigualdade social e organização hierárquica. Testamos 496 crianças de 4 a 11 anos para determinar se elas: i) reconheciam e discriminavam entre dominância e prestígio, ii) preferiam aprender com um personagem dominante ou prestigioso, iii) atribuíram liderança a um personagem dominante ou prestigioso, e iv) se identificavam mais com um personagem dominante ou subordinado. Crianças mais velhas eram mais propensas a reconhecer, preferir, aprender com e atribuir liderança ao personagem prestigioso, e a se identificar com o subordinado. Não houve diferenças transculturais nas preferências de aprendizagem, apoiando teorias evolucionárias que postulam um viés universal em direção ao aprendizado social com indivíduos prestigiados. Houve variação nas preferências de liderança; as crianças eram mais propensas a atribuir liderança a um personagem prestigioso na mais igualitária Finlândia e menos propensas na mais desigual Colômbia. Argumentamos que fatores sociais, incluindo níveis de desigualdade e organização social hierárquica, moldam uma propensão subjacente para as crianças aprenderem a raciocinar sobre hierarquia e a favorecer amplamente o prestígio em líderes e modelos de aprendizado.
Sequeira et al. (Qui,) estudaram essa questão.