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Resumo Uma característica definidora, mas às vezes negligenciada, das avaliações de desempenho é que elas são cíclicas. A natureza cíclica das avaliações de desempenho torna importante considerar definições e operacionalizações variantes no tempo de construtos como a experiência do avaliador. No presente estudo, trabalhamos para esclarecer a associação entre a experiência do avaliador e as avaliações de desempenho, operacionalizando a experiência do avaliador como o número de ciclos de avaliação nos quais os avaliadores participaram. Fomos além controlando outras operacionalizações semelhantes, mas distintas, de experiência, como a faixa de controle (número de avaliados por avaliador) e a familiaridade com os avaliados. Além disso, empregamos um design e análise longitudinais de múltiplos níveis que nos permitiram modelar a experiência do avaliador como um preditor variante no tempo das avaliações de desempenho e isolar seus efeitos tanto dos efeitos entre avaliadores quanto dos efeitos do contexto organizacional. Os dados foram dados reais de avaliação de uma grande empresa sul-americana que continha 9233 avaliados, ao longo de cinco ciclos de avaliação de 893 avaliadores em 29 unidades de negócio diferentes, resultando em 24.608 observações. Nossos resultados revelaram que a experiência do avaliador tinha uma associação positiva pequena, mas estatisticamente significativa, com as avaliações de desempenho. Também encontramos que a familiaridade e a faixa de controle estavam associadas positiva e negativamente às avaliações de desempenho, respectivamente. Implicações para prática e pesquisa são discutidas.
Borba et al. (Qui,) estudaram esta questão.