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Resumo Avanços significativos estão sendo feitos na incorporação de enzimas em materiais funcionais, que aproveitam sua especificidade inerente ao substrato, atividade catalítica eficiente e origem sustentável. Esses materiais “mortos” elaborados, no entanto, carecem do incrível controle em nível de sistemas da atividade enzimática que organismos vivos evoluíram ao longo de milênios. Essa lacuna está agora sendo preenchida pelo campo em rápida ascensão de materiais vivos elaborados (ELMs), que combina as ferramentas da biologia sintética avançada com a ciência dos materiais moderna. Nesta revisão, discute-se a impressionante gama de metodologias utilizadas para fabricar a extensa biblioteca de materiais mortos baseados em enzimas funcionais, e as estratégias de design que facilitam sua criação são descompactadas. A espetacular gama de sistemas de controle genéticos naturais e sintéticos, além do controle pós-traducional para enzimas em organismos vivos, é então descrita. Finalmente, exemplos recentes chave de ELMs que utilizam a atividade enzimática são revisados, destacando o papel central do componente vivo em proporcionar responsividade e adaptabilidade a esta nova classe de materiais.
Shannon et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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