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Muitos estudos recentes em biologia evolutiva expandiram e refinaram as definições de evolução biológica e seleção natural. Os modelos evolutivos atuais incorporam diferentes processos adaptativos e não adaptativos baseados em mudanças genéticas moleculares e em como o DNA é modificado ao longo do tempo em espécies unicelulares, ou em células germinativas versus somáticas em espécies metazoárias. Argumentos sólidos podem ser apresentados para a visão de que a seleção natural deve ser considerada uma lei biológica, consistente com equações matemáticas quantitativas que descrevem a aptidão dos indivíduos, assim como variações dentro e entre populações. A evolução é uma estrutura abrangente que incorpora as leis da seleção natural e esclarece por que a variação fenotípica pode aumentar em prevalência e resultar em adaptações das espécies. O quadro conceitual para a evolução biológica incorpora muitos princípios coesos que, coletivamente, têm um valor preditivo. Essa estrutura continuará a evoluir com melhorias nas tecnologias de alta resolução que nos permitem examinar tanto mudanças adaptativas quanto não adaptativas que impulsionam fenótipos biológicos.
Wijnen et al. (Mon,) estudaram essa questão.