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A doença da artéria trigêmea persistente é um dos tipos mais comuns de anastomoses carotídeo-vertebrobasilares persistentes. Geralmente, é unilateral e pode ser descoberta por meio de uma angiografia por ressonância magnética (ARM), uma angiografia por tomografia computadorizada (angioTC) ou um exame de angiografia clássica. Pode estar associada a sintomas não específicos, como dores de cabeça, ou a sintomas mais específicos, como paralisia dos nervos III ou VI ou neuralgia trigeminal, mas na maioria das vezes passa despercebida, sendo uma descoberta incidental e não causando sintomas. Na ARM e angioTC, apresenta o sinal característico de "tau". Apresentamos o caso de uma jovem que, incidentalmente, descobriu essa malformação após realizar uma ARM. Ela vinha experimentando uma dor de cabeça persistente sem causa conhecida, que não melhorava apesar da medicação.
Manea et al. (Sat,) estudaram essa questão.