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Resumo Contexto e objetivos Avaliar as inter-relações entre a hidráulica abaixo do solo, do caule e estomatal, sob várias condições edáficas, é essencial para aumentar o entendimento de como a videira (Vitis vinifera) responde à seca. Este trabalho teve como objetivo entender os papéis da hidráulica abaixo do solo e do caule no sistema solo-videira no controle da transpiração da videira in situ durante a seca. Métodos Monitoramos simultaneamente o potencial hídrico do solo, o potencial hídrico do caule, o potencial hídrico das folhas e a transpiração real, e investigamos como as condutâncias hidráulicas abaixo do solo, do caule e estomatal relativa das videiras in situ evoluem e se coordenam durante um evento de seca em diferentes tipos de solo. Resultados A resposta estomatal foi acionada por uma diminuição da condutância hidráulica abaixo do solo, mas não por cavitação do xilema no caule. Os estômatos começaram a fechar a um potencial hídrico do solo menos negativo em areia do que em argila, e a regulação para baixo dos estômatos é mais acentuada em solos de textura grossa do que em solos de textura fina. Apesar dessas respostas contrastantes ao potencial hídrico do solo, observamos, pela primeira vez em plantas perenes in situ como a videira, que o início do fechamento estomatal ocorreu na mesma condutância hidráulica abaixo do solo para cada subparcela, independentemente da textura do solo. Conclusão Estes achados comprovam que as videiras in situ coordenam mecanismos hidráulicos de curto prazo (por exemplo, regulação estomatal) e crescimento de longo prazo (por exemplo, relação raiz:parte aérea). Portanto, esses ajustes abaixo do solo e acima do solo devem ser específicos da textura do solo.
Delval et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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