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Resumo O câncer de mama (BC) continua a ser um desafio global significativo devido à resistência a medicamentos e efeitos colaterais severos. A crescente prevalência é alarmante, exigindo novas abordagens terapêuticas para enfrentar esses desafios. Neste ponto, as vesículas extracelulares (EVs), especificamente vesículas de tamanho nanométrico liberadas a partir de endossomos pequenos (SEVs) ou exossomos, têm sido exploradas pela literatura como potenciais teranósticos. Portanto, esta revisão tem como objetivo destacar o potencial terapêutico dos exossomos em BC, enfocando suas vantagens na entrega de medicamentos e sua capacidade de mitigar a metástase. Após a revisão, identificamos o potencial dos exossomos em terapias combinadas, atuando como transportadores de miRNA e contribuindo para efeitos antitumorais melhorados. Isso é evidente em ensaios clínicos que investigam exossomos em BC, que mostraram sua capacidade de aumentar a eficácia da quimioterapia ao entregar medicamentos como paclitaxel (PTX) e doxorrubicina (DOX). No entanto, a tradução das EVs para a terapia do BC é dificultada por vários desafios. Esses desafios incluem a heterogeneidade das EVs, a seleção da célula-mãe apropriada, os procedimentos de carga e a determinação das rotas de administração ideais. Apesar do promissor potencial terapêutico das EVs, esses obstáculos devem ser enfrentados para realizar seus benefícios no tratamento do BC.
Abdul‐Rahman et al. (Qui,) estudaram esta questão.