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Nesta revisão, os princípios das medições de basicidade de prótons na fase gasosa e dos cálculos teóricos são relembrados como um lembrete de como a escala de basicidade PA/GB, baseada na teoria de Brønsted–Lowry, foi construído na fase gasosa (PA—afinidade de próton e/ou GB—basicidade na fase gasosa na escala de entalpia e energia de Gibbs, respectivamente). As origens da excepcionalmente forte basicidade na fase gasosa de algumas bases nitrogenadas orgânicas contendo N-sp3 (aminas), N-sp2 (iminas, amidinas, guanidinas, poliguanídinas, fosfazenos) e N-sp (nitrilos) são racionalizadas. Em particular, o papel das bases nitrogenadas de push–pull no desenvolvimento da basicidade na fase gasosa na região de superbasicidade é enfatizado. Algumas razões para as dificuldades nas medições de bases nitrogenadas polifuncionais são destacadas. Vários fenômenos estruturais relacionados aos equilíbrios ácido-base na fase gasosa que devem ser considerados nos cálculos quântico-químicos dos parâmetros PA/GB são discutidos. Os métodos de preparação para bases orgânicas fortes de push–pull contendo um sítio N-sp2 de protonação são brevemente revisados. Finalmente, tendências recentes na pesquisa sobre superbases orgânicas neutras, voltadas para aplicações catalíticas e outras notáveis, são destacadas.
Raczyńska et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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