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Proporcionar aos funcionários condições de trabalho adequadas deve ser uma das principais preocupações de qualquer empregador. Mesmo assim, em muitos casos, os turnos de trabalho expõem cronicamente os trabalhadores a uma ampla gama de compostos potencialmente nocivos, como a amônia. A amônia tem estado presente na composição de produtos comumente utilizados em uma ampla gama de indústrias, nomeadamente na produção em linhas, além de laboratórios, escolas, hospitais, entre outros. A exposição crônica à amônia pode resultar em diversas doenças, como irritação e prurido, assim como inflamação de tecidos oculares, cutâneos e respiratórios. Em casos mais extremos, a exposição à amônia também está relacionada à dispneia, cianose progressiva e edema pulmonar. Assim, o uso de amônia precisa ser devidamente regulado e monitorado para garantir ambientes de trabalho mais seguros. A Administração de Segurança e Saúde Ocupacional e a Agência Europeia para Segurança e Saúde no Trabalho já encomendaram regulamentos sobre os limites aceitáveis de exposição à amônia. No entanto, o monitoramento do gás amônia ainda não está normalizado, pois os sensores adequados podem ser difíceis de encontrar como produtos comercialmente disponíveis. Para ajudar a promover métodos promissores de desenvolvimento de sensores de amônia, este trabalho compilará e comparará os resultados publicados até agora.
Reis et al. (qua,) estudaram essa questão.