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O desenvolvimento de nanomedicamentos teranósticos para enfrentar o glioma continua sendo um desafio. Aqui, apresentamos uma nanovacina avançada que atravessa a barreira hematoencefálica (BHE) baseada em nanogel de poli(N-vinilcaprolactama) (PVCL) camuflado com membrana de células cancerosas, incorporado com MnO2 e doxorrubicina (DOX). Mostramos que os NGs PVCL redox-responsivos entrelaçados com ligações dissulfeto podem ser funcionalizados com dermorfina e imiquimod R837 através da funcionalização da membrana celular. Os NGs PVCL funcionalizados formados, com um tamanho de 220 nm, são estáveis, podem esgotar o glutationa e liberar responsivamente tanto Mn2+ quanto DOX sob o microambiente tumoral simulado para exercer a terapia quimio/chemodinâmica mediada por DOX e Mn2+, respectivamente. A terapia combinada induz a morte celular imunogênica do tumor para maturar células dendríticas (DCs) e ativar células T citotóxicas. Além disso, a nanovacina composta por membranas de células cancerosas como antígenos tumorais, R837 como um adjuvante com habilidades de maturação de DC e repolarização de macrófagos M1, e MnO2 com um ativador do gene do interferon mediado por Mn2+ pode atuar efetivamente em ambos os alvos de células tumorais e células imunológicas. Com a travessia da BHE mediada por dermorfina, o direcionamento tumoral homólogo mediado por membrana celular, e a propriedade de imagem por ressonância magnética (MR) facilitada por Mn2+, a nanovacina teranóstica baseada em NGs projetada permite imagem por MR e combinação de terapia quimio, quimiodinâmica e imune de glioma ortotópico com uma taxa de recorrência significativamente reduzida.
Huang et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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