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Avanços recentes na modelagem de linguagem generativa aplicados a tokens de fala discretos apresentaram uma nova avenida para a síntese de texto para fala (TTS). Esses modelos de linguagem de fala (SLMs), assim como seus equivalentes textuais, são escaláveis, probabilísticos e conscientes do contexto. Embora possam produzir saídas diversas e naturais, às vezes enfrentam problemas como incompreensibilidade e a inclusão de ruídos não linguísticos ou alucinações. À medida que a adoção desse paradigma inovador na síntese de fala aumenta, há uma clara necessidade de uma avaliação aprofundada de suas capacidades e limitações. Neste artigo, avaliamos o TTS de um SLM baseado em tokens discretos, por meio de métricas automáticas e testes de escuta. Examinamos cinco dimensões principais: estilo de fala, inteligibilidade, consistência do falante, variação prosódica, comportamento espontâneo. Nossos resultados destacam a força do modelo em gerar prosódia variada e saídas espontâneas. Também é avaliado como mais natural e adequado ao contexto em testes de escuta em comparação com um TTS convencional. No entanto, o desempenho do modelo em inteligibilidade e consistência do falante fica atrás do TTS tradicional. Além disso, mostramos que aumentar a escala dos SLMs oferece um modesto aumento na robustez. Nossas descobertas visam servir como um ponto de referência para futuros avanços em SLMs generativos para síntese de fala.
Wang et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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