Key points are not available for this paper at this time.
Resumo O voluntarismo teológico é uma família de visões metaéticas que compartilham a afirmação de que os status deontológicos das ações dependem de ou são idênticos a alguma característica divina. A versão de Adams dessa visão metaética teísta é uma teoria do comando divino (DCT). De acordo com a DCT de Adams, a propriedade de estar-moralmente-obrigado é idêntica à propriedade de estar-comandado-por-Deus. Assim, uma consequência natural da DCT de Adams é que um agente está moralmente obrigado a fazer algo apenas no caso de Deus comandar esse agente a fazer tal coisa. A partir da DCT de Adams, segue-se que Deus está moralmente obrigado a agir apenas no caso de Deus se comandar a agir. Quinn argumentou que comandar a si mesmo é incoerente e, portanto, que Deus não pode estar moralmente obrigado a agir. A afirmação de que comandar a si mesmo é incoerente raramente foi discutida na literatura sobre teoria do comando divino. Este artigo é uma tentativa de mudar isso. Aqui, argumento (contra Quinn) que nenhuma regra constitutiva (ou condição de satisfação) de auto-comandos é incoerente, do que se segue que o auto-comando não é um ato de fala incoerente. Concluo que os teóricos do comando divino podem, sem a acusação de incoerência, afirmar que Deus pode estar moralmente obrigado porque Deus pode se comandar.
Jashiel Resto Quiñones (Mon,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: