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Contexto: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) continua sendo um desafio significativo à saúde pública globalmente, afetando particularmente adultos de meia-idade e mais velhos. A gestão eficaz da DPOC requer não apenas intervenções clínicas, mas também programas educacionais centrados no paciente que aprimorem a percepção da doença e incentivem a utilização adequada dos serviços de saúde. Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia de uma intervenção educacional em domicílio na melhoria da percepção da doença e na utilização de serviços de saúde entre pacientes com DPOC. Métodos: Um estudo quase-experimental foi conduzido no Departamento de Pneumologia de um hospital público em Lahore. De uma triagem inicial de 200 participantes, 130 atenderam aos critérios de inclusão com base em suas pontuações de percepção da doença. Após a amostragem aleatória, 84 participantes foram recrutados e divididos em grupos de controle e intervenção. O grupo de intervenção recebeu um programa educacional estruturado sobre a gestão da DPOC. Dados sobre demografia, percepção da doença e utilização de serviços de saúde foram coletados antes e após a intervenção. Análises estatísticas foram realizadas utilizando a versão 25 do SPSS, empregando testes t para comparar os resultados entre os grupos. Resultados: O estudo consistiu predominantemente de participantes com idades entre 30-60 anos, com a maioria (57,1%) no grupo etário de 30-40 anos. Após a intervenção, a percepção da doença no grupo de intervenção mostrou uma melhoria significativa, com a pontuação média aumentando de 54,24 ± 5,905 para 75,24 ± 7,564 (t = -14,183, p < 0,000). A utilização de serviços de saúde também viu uma melhoria notável no grupo de intervenção, com a pontuação média subindo de 12,38 ± 1,396 para 20,07 ± 2,202 (t = -19,117, p < 0,000). Conclusão: A intervenção educacional domiciliar melhorou significativamente tanto a percepção da doença quanto a utilização dos serviços de saúde entre os pacientes com DPOC. Essas intervenções podem ser fundamentais na gestão eficaz da DPOC, reduzindo readmissões hospitalares e promovendo a autogestão.
Yasmin et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.