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O estudo tem como objetivo identificar o impacto da doença infecciosa do trabalhador no contrato de trabalho na legislação jordaniana em termos do significado de doença infecciosa e suas tipos (crônica ou temporária), sem considerá-la um acidente de trabalho quando ocorre dentro ou fora do local de trabalho. Além disso, discute os direitos e obrigações de ambas as partes. O estudo utilizou a abordagem analítica descritiva para discutir as disposições da legislação trabalhista e civil jordaniana. O estudo revelou que o legislador jordaniano não promulgou leis especiais adequadas para esse tipo de doença. Não adotou nenhum mecanismo aparente para proteger as duas partes do contrato ou qualquer outra disposição e consequências resilientes que se adaptem à infecção do trabalhador. Os pesquisadores chegaram a vários resultados, dos quais o mais importante é: o legislador jordaniano não prestou atenção à doença infecciosa que os trabalhadores podem contrair em termos de regras relevantes a esse tipo de doença ou para garantir quaisquer garantias para o trabalhador e empregador. O estudo propôs diversas recomendações, sendo a mais importante a necessidade de um mecanismo resiliente aplicável para proteger ambas as partes do contrato em caso de uma doença infecciosa. O mecanismo também deve considerar a possibilidade de trabalho à distância e destinar um fundo para casos de doenças infecciosas para cuidar de trabalhadores e empregadores.
Baker et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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