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a infecção é rotineiramente detectada em cães durante atendimentos veterinários em regiões tropicais e subtropicais em todo o mundo. Testes parasitológicos para a detecção dessa infecção são realizados rotineiramente apenas em áreas com alta prevalência. A Baixada Fluminense, uma região no Rio de Janeiro, era considerada livre de dirofilaria até que os veterinários locais começaram a receber resultados de exames de sangue indicando a presença de microfilárias (MF). Uma base de dados laboratorial foi, portanto, utilizada para coletar dados de 2017 a 2020 para entender a extensão da disseminação do parasita nesta área. Os resultados de análises de hemogramas completos e testes de detecção de MF ou antígeno de dirofilaria realizados em amostras caninas enviadas de clínicas veterinárias na Baixada Fluminense (Magé, Duque de Caxias, Guapimirim, Nova Iguaçu e São João de Meriti) foram incluídos. No total, os resultados de 16.314 testes hematológicos foram considerados. A prevalência geral de
Vieira et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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