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Este artigo examina elementos utópicos no filme In den Gängen, de Thomas Stuber, de 2018. Apesar das forças neoliberais que restringem um grupo de empilhadores de prateleiras em um supermercado na antiga Alemanha Oriental, os personagens do filme exibem laços afetuosos diante do trabalho alienado. Impressionantemente, seus encontros com máquinas também transmitem uma direcionamento ao outro e uma convivência improvisada, ou energia que permite a eles criar vínculos em momentos fugazes. Embora o filme presuma uma utopia socialista encerrada, ele também retrata uma gama de desafios contemporâneos ao neoliberalismo, incluindo práticas de coletividade, formas não-normativas de relações e interações humano-máquina que apontam para uma subjetividade pós-humanista. Ao mesmo tempo, as circunstâncias e histórias pessoais dos três personagens principais impactam necessariamente sua capacidade de se beneficiar desses elementos. Tanto a idade quanto o gênero desempenham papéis cruciais em seus destinos individuais, e nem todos prosperam em sua comunidade direcionada ao cuidado. Em última análise, In den Gängen sugere a possibilidade de existências mundanas apontando para futuros superlativos.
Margaret McCarthy (Qua,) estudou essa questão.
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