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Experiências de Pesquisa Racializadas: Habilidades Cognitivas e Relacionadas ao Trabalho Tamika N. Smith (bio) e Cindy Ann Kilgo (bio) Vários estudiosos têm estudado os efeitos da participação em pesquisas de graduação, uma das 10 práticas de alto impacto identificadas pela Associação de Faculdades e Universidades Americanas (AAC Eagan et al., 2013; Rogers et al., 2012; Webber et al., 2013), entre outros. O Conselho para Pesquisa de Graduação (2021) definiu pesquisa de graduação como "uma investigação orientada ou inquérito criativo conduzido por graduandos que busca fazer uma contribuição acadêmica ou artística ao conhecimento" (para. 5). A Pesquisa Nacional de Engajamento Estudantil (NSSE) definiu como atualmente ou anteriormente ter "trabalhado com um membro da faculdade em um projeto de pesquisa." Utilizamos essa definição para nosso estudo. O PAPEL DA PESQUISA DE GRADUAÇÃO PARA POPULAÇÕES ESTUDANTIS RACIALMENTE MINORIZADAS A pesquisa de graduação é uma forma de estudantes com identidades raciais minorizadas se envolverem em uma prática de alto impacto que aumenta suas habilidades de pensamento crítico, escrita e comunicação, bem como suas aspirações acadêmicas e retenção (Bowman O'Donnell et al., 2015). Hankerson e Williams (2023) notaram que uma experiência de mentoria positiva para estudantes racialmente minorizados aumentou sua autoeficácia e satisfação geral com sua experiência universitária, além de aumentar seu capital social e cultural. Morales et al. (2017) descobriram que docentes que valorizam o aumento da diversidade em suas disciplinas tinham mais probabilidade de se interessar em orientar estudantes de graduação e que docentes de cor e mulheres docentes eram mais propensas a orientar graduandos do que seus colegas. Dada essa literatura, o objetivo do nosso estudo foi examinar o papel da participação na pesquisa de graduação nos ganhos percebidos em habilidades cognitivas e relacionadas ao trabalho de estudantes racialmente minorizados. Além disso, esperamos fornecer informações sobre como a prática de alto impacto da pesquisa de graduação pode ser aprimorada para atender às necessidades de estudantes racialmente minorizados e aumentar o conhecimento sobre maneiras de ajudar essa população estudantil a adquirir habilidades que podem aumentar seu sucesso pós-faculdade. Nosso estudo foi guiado pelas seguintes perguntas: Qual é a relação entre a participação de estudantes racialmente minorizados na pesquisa de graduação e seus ganhos percebidos em habilidades cognitivas e relacionadas ao trabalho? As interações entre estudantes e docentes media essa relação? QUADRO CONCEITUAL Para moldar nosso estudo, utilizamos o modelo de impacto universitário de inputs-ambientes-resultados (I-E-O) de Astin (1991), informado pela literatura sobre experiências de pesquisa de graduação racializadas. O modelo I-E-O pode ser usado para investigar como os inputs influenciam os resultados dos estudantes e para entender o papel dos ambientes nessas relações e em influenciar os resultados dos estudantes. Reconhecemos que o Modelo I-E-O possui uma lente positivista, que limita como considera raça e racismo (Duran et al., 2020). Para abordar isso, combinamos o I-E-O com a literatura sobre experiências de pesquisa de graduação racializadas. É vital que nosso quadro reflita o papel que a raça desempenha nos resultados estudantis da pesquisa de graduação porque...
Smith et al. (Qua,) estudaram esta questão.