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Este artigo traça a evolução da Inteligência Artificial (IA) na psiquiatria, desde as primeiras tentativas como o programa ELIZA até a integração de estudos de neuroimagem e o surgimento de intervenções digitais. Utilizando modelos de aprendizado profundo, a IA agora demonstra alta precisão na classificação de transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia, com base em padrões de conectividade funcional. O surgimento de chatbots de terapia como Woebot e Tess aborda desafios da saúde mental, proporcionando ferramentas acessíveis e eficazes de terapia cognitivo-comportamental. Intervenções inovadoras como terapia com avatar e robôs inteligentes semelhantes a animais contribuem para ampliar as perspectivas terapêuticas. Embora as intervenções baseadas em IA ofereçam vantagens na redução do estigma e no aumento da acessibilidade, desafios como precisão diagnóstica, responsabilidades legais e preocupações com a privacidade devem ser cuidadosamente considerados. Apesar dos desafios, o potencial significativo da IA na psiquiatria exige ensaios controlados em larga escala, padrões nacionais e uma integração responsável na prática clínica. A convergência da IA e da psiquiatria representa uma revolução tecnológica pronta para transformar a entrega de cuidados de saúde mental globalmente.
Vinod Kumar Dhiman (Ter,) estudou esta questão.