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À medida que os impactos das mudanças climáticas aumentam em frequência e intensidade, a justiça climática—o reconhecimento dos impactos desiguais das mudanças climáticas nas populações, bem como as desigualdades nos benefícios e encargos das respostas da sociedade às mudanças climáticas—tornou-se um foco central na formulação de políticas climáticas, advocacy e pesquisa. Nesta revisão, avaliamos essas tendências para considerar o que os psicólogos sociais podem contribuir para este discurso. Baseamo-nos em perspectivas integrativas dentro das ciências sociais ambientais, bem como em insights emergentes da psicologia, comunicação e saúde pública, para destacar três áreas com crescente relevância política que estão prontas para investigação psicossocial: (a) compreensão dos fatores que influenciam a vulnerabilidade climática, suas causas e remediação; (b) identificação de barreiras e caminhos para a governança climática inclusiva e tomada de decisões; e (c) aprimoramento da justiça nas soluções climáticas. Para cada um, consideramos a relevância dos processos grupais e intergrupais e destacamos insights empíricos emergentes e principais perguntas sem resposta. Concluímos considerando a urgência e os desafios de traduzir pesquisas psicológicas para abordar a injustiça climática e destacando oportunidades para avançar a relevância societal desta pesquisa.
Pearson et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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