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Explorar as marcas deixadas pela acreção galáctica na Via Láctea nos ajuda a entender como nossa Galáxia foi formada. No entanto, encontrar e estudar estrelas acrescidas e as galáxias de onde elas vieram tem sido desafiador. Este estudo utiliza uma simulação do projeto NIHAO, que agora inclui uma gama mais ampla de composições químicas, para encontrar melhores maneiras de identificar essas estrelas acrescidas. Ao comparar nossas descobertas com dados do levantamento espectroscópico GALAH, confirmamos que os diagnósticos estabelecidos observacionalmente de Al/Fe vs. Mg/Mn também mostram uma separação de estrelas in-situ e acrescidas na simulação, mas estrelas de diferentes eventos de acreção tendem a se sobrepor neste plano, mesmo sem incertezas observacionais. Ao observar a relação entre a idade estelar e abundâncias lineares ou logarítmicas, como Fe/H, podemos claramente separar diferentes grupos dessas estrelas se as incertezas em sua composição química forem menores que 0,15 dex e menores que 20% para suas idades. Este método demonstra potencial para estudar a história da Via Láctea e outras galáxias. Nosso trabalho destaca quão importante é ter medições precisas das idades estelares e do conteúdo químico. Também mostra como simulações podem nos ajudar a entender o complexo processo de fusão de galáxias e sugerir como esses eventos podem estar relacionados às diferenças que vemos entre as estrelas do disco fino e grosso de nossa Galáxia. Este estudo fornece uma maneira de comparar modelos teóricos com observações reais, abrindo novos caminhos para a pesquisa tanto em nossa própria Galáxia quanto além.
Buder et al. (Sun,) estudaram esta questão.