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O aroma do vinho é um dos indicadores de qualidade mais frequentemente utilizados e explorados. Tipicamente, sua avaliação envolve estimar a composição volátil do vinho ou avaliadores altamente treinados conduzindo análise sensorial. No entanto, as metodologias atuais dependem de procedimentos analíticos lentos, caros e complicados. Além disso, a avaliação sensorial é inerentemente subjetiva por natureza. Portanto, o objetivo deste trabalho é verificar a viabilidade do uso da espectroscopia FTIR como uma metodologia rápida e fácil para a detecção precoce de alguns dos odores indesejáveis mais comuns nos vinhos. A espectroscopia FTIR foi combinada com regressão por mínimos quadrados parciais (PLS) para a medição simultânea de álcool isoamílico, isobutanol, 1-hexanol, ácido butírico, ácido isobutírico, ácido decanoico, acetato de etila, furfural e acetona. A precisão e a exatidão dos modelos de calibração desenvolvidos (R2P > 0,90, razão de erro do intervalo > 12,1 e RPD > 3,1) provaram a capacidade da metodologia proposta de quantificar os compostos mencionados.
Santos et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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